As perguntas que a gente mais recebe, respondidas por inteiro. Se você resolver o seu problema lendo e não comprar nada, está tudo certo.
Por que meu site não aparece no Google?
Antes de qualquer coisa, descubra se o problema é "o Google não conhece meu site" ou "o Google conhece e não me mostra". São problemas diferentes, com consertos diferentes.
Quase todo mundo que faz esta pergunta está juntando duas situações muito diferentes. Antes de tentar consertar qualquer coisa, faça este teste — leva dez segundos e decide tudo que vem depois.
O teste que separa os dois problemas
Vá no Google e digite exatamente isto, trocando pelo seu endereço:
site:seusite.com.br
Se aparecer uma lista das suas páginas, o Google conhece o seu site. Se não aparecer nada, ele não conhece. Guarde a resposta: metade dos conselhos que você vai ler na internet serve para um caso e atrapalha no outro.
Caso A — o Google não conhece o seu site
As causas, da mais comum para a menos comum:
O site é novo. Site recém-publicado leva de alguns dias a algumas semanas para entrar. Não tem truque, e quem vender pressa está vendendo mentira.
O arquivo robots.txt está barrando. É um arquivo de texto na raiz do site que diz aos buscadores onde eles podem entrar. Uma linha errada nele bloqueia o site inteiro — e é um erro comum, porque muita gente publica com a configuração de testes.
Existe uma marcação "noindex" na página. Ela pede explicitamente para o Google não guardar aquela página. Sites feitos em plataforma costumam ter uma opção de "site em construção" que liga exatamente isso, e ela fica ligada depois do lançamento.
Ninguém aponta para você. O Google descobre site novo seguindo link de site que ele já conhece. Se nenhum lugar do mundo tem o seu endereço, ele pode simplesmente nunca passar por ali.
O conteúdo só existe depois que o JavaScript roda. O Google consegue ler esse tipo de página, mas com atraso e menos confiança. Se o texto da sua página não aparece no código-fonte, essa pode ser a causa.
O que fazer, nesta ordem: crie a conta no Google Search Console (é grátis), confirme que o site é seu, envie o endereço do seu sitemap.xml, e use a ferramenta de inspeção de URL — ela diz, para cada página, se o Google conseguiu entrar e o que ele encontrou. É a única fonte que fala pelo Google em vez de adivinhar por ele.
Caso B — o Google conhece e você não se encontra
Este é o caso mais frequente, e quase sempre começa com um mal-entendido:
Você está procurando pelo nome do seu negócio, mas seus clientes não procuram assim. Quem já sabe o seu nome não precisa do Google — digita o endereço. Quem você quer alcançar procura pelo que você faz e onde: "conserto de geladeira em santo andré", não "Refrigeração do Zé".
As palavras que as pessoas usam não estão escritas no seu site. Se ninguém escreveu "conserto de geladeira" em lugar nenhum da página, o Google não tem como saber que é isso que você faz. Isso não é truque de SEO — é o site dizer o que vende.
A concorrência daquela palavra é grande demais para começar. Aparecer para "advogado" é briga de anos. Aparecer para "advogado trabalhista em campinas" é briga de meses. Comece pelo específico.
O título e a descrição da página não convidam a clicar. Você pode estar aparecendo e ninguém estar clicando — e isso, para o Google, é sinal de que você não é a resposta.
O site é lento ou ruim no celular. Entre dois sites parecidos, o Google prefere o que abre rápido e funciona no telefone. Hoje a maior parte das buscas é feita no celular.
No Search Console, o relatório de Desempenho mostra exatamente para quais buscas você já aparece, quantas vezes, e quantas pessoas clicaram. É a lista das palavras em que você está a pouca distância de ganhar — e mexer nelas rende mais que qualquer palavra nova.
O que quase sempre funciona, e leva pouco tempo
Escreva um título diferente para cada página, com a palavra que a pessoa buscaria e a sua cidade.
Escreva uma descrição de uma ou duas linhas por página. Ela não muda sua posição, mas muda quantos clicam.
Crie e mantenha o Perfil da Empresa no Google. Para negócio local, isso costuma render mais que o site inteiro.
Publique o sitemap.xml e envie no Search Console.
Confira que o site abre rápido no celular. O PageSpeed Insights, do próprio Google, mede de graça.
Cuidado com quem promete "primeiro lugar no Google" com data marcada. Ninguém controla o resultado do Google, e a única forma de garantir aparecer no topo é pagar por anúncio — que é outra coisa, e aparece marcado como anúncio.
Como saber se meu site tem problema?
Boa parte dá para descobrir sozinho, de graça, em vinte minutos. O resto é o que quase ninguém vê olhando — e é onde costuma estar o dinheiro que some.
Site com problema quase nunca parece quebrado. Ele abre, tem as fotos no lugar, e mesmo assim as pessoas não ligam. Por isso a pergunta é boa: o defeito que dá prejuízo raramente é o defeito que aparece.
O que você mesmo consegue ver, hoje
Abra o site no seu celular, usando a internet do celular e não o wi-fi. Conte os segundos até dar para ler alguma coisa. Passou de três, você está perdendo gente.
Peça para alguém que não conhece o seu negócio abrir a página e dizer, em dez segundos, o que você vende e como falar com você. Se essa pessoa hesitar, o problema não é o Google.
Procure o seu botão de WhatsApp ou o telefone. Ele está na primeira tela? Dá para clicar e já abrir a conversa, sem copiar número?
Digite site:seusite.com.br no Google. Se não aparecer nada, o Google não conhece o seu site.
Rode o seu endereço no PageSpeed Insights, do Google. É grátis e mede velocidade de verdade, com número.
O que é difícil de ver sozinho
Estes não aparecem olhando, e são justamente os que costumam custar mais caro:
Páginas com o mesmo título, competindo entre si na busca em vez de somar.
Marcações que faltam — o que faz o link ficar feio quando alguém compartilha no WhatsApp, e o que faz o Google não entender o que a sua empresa é.
Imagens pesadas demais, que o olho não percebe e o celular alheio paga.
Nenhuma medição instalada: sem isso, você não sabe de onde vem quem compra, e decide no palpite.
Páginas internas quebradas ou vazias que a página inicial esconde.
A diferença entre achar problema e resolver
Existem várias ferramentas gratuitas que apontam problema. A parte difícil não é essa. A parte difícil é saber quais dos vinte apontamentos realmente importam para o seu caso, em que ordem, e o que exatamente escrever ou colar para resolver cada um.
É isso que o SINAL faz: ele lê o seu site, mede, conta quantos problemas existem e quanto eles custam por mês — e entrega o conserto pronto para copiar e colar, com o passo a passo para a plataforma que você usa. O primeiro problema vem aberto, de graça, para você conferir que a medição é real antes de decidir qualquer coisa.
Quanto custa arrumar meu site?
Depende inteiramente do que está quebrado. Uma parte boa dos problemas mais caros em prejuízo custa quase nada para consertar — e é comum pagar por um site novo quando o antigo precisava de meia hora de ajuste.
Não dá para responder com um número sem saber o que está errado, e quem responde com número redondo antes de olhar está chutando. O que dá para fazer é separar os consertos em três faixas, porque a diferença entre elas é enorme.
Faixa 1 — quase de graça, e costuma render mais
Título e descrição de cada página, botão de WhatsApp clicável, endereço e horário escritos no site, Perfil da Empresa no Google, robots.txt e sitemap.xml, marcações de compartilhamento. São minutos de trabalho cada um. Se você mesmo faz, custa zero. Uma agência costuma cobrar isso como "ajuste", na faixa de R$ 200 a R$ 400 por item.
Vale insistir num ponto: é comum que o problema que mais faz o telefone tocar esteja nesta faixa. Um número de telefone que não dá para clicar no celular custa nada para consertar e derruba contato todo dia.
Faixa 2 — trabalho de verdade, mas pontual
Comprimir imagens, arrumar o comportamento no celular, instalar medição, reescrever as páginas com as palavras que as pessoas buscam, organizar dados estruturados. Aqui a conta costuma ficar entre R$ 500 e R$ 1.500 por frente, dependendo do tamanho do site.
Faixa 3 — refazer
Site que não funciona no celular de jeito nenhum, ou que depende de tecnologia que o buscador não lê, às vezes sai mais barato refeito do que remendado. Site institucional novo no Brasil costuma partir de R$ 2.500 e passar de R$ 15.000 conforme o tamanho.
Desconfie de quem começa pela faixa 3 sem ter medido nada. Refazer o site é a resposta mais cara e a mais fácil de vender, e muitas vezes o problema real estava na faixa 1.
Como decidir sem gastar antes
A ordem que funciona é: descobrir o que está errado, ver quanto cada coisa está custando por mês, e resolver de cima para baixo. O SINAL faz exatamente essa parte — ele mede, mostra quantos problemas existem e o prejuízo estimado, e entrega o conserto pronto para colar. A assinatura custa R$ 47 por mês, menos que uma hora de agência, e o primeiro problema vem liberado de graça para você conferir se a medição é séria antes de pagar.
O SINAL é seguro? O que ele faz com o meu site?
Ele só lê, do lado de fora, exatamente como o Google lê. Não entra em nada, não muda nada, não precisa de senha e não instala nada no seu site.
É a pergunta certa a se fazer antes de colar o endereço do seu negócio em qualquer ferramenta. A resposta curta: o SINAL faz o mesmo que qualquer visitante faz — abre as suas páginas e olha o que está publicado.
O que ele faz
Abre a sua página inicial e algumas páginas internas, seguindo os links que estão no seu próprio site.
Lê o que está publicado: texto, títulos, imagens, marcações, velocidade de resposta.
Compara com a régua do seu ramo e escreve o que está fora do lugar, com a medição junto.
O que ele NÃO faz
Não pede senha do seu site, do seu domínio ou de rede social nenhuma.
Não altera, publica, apaga nem instala nada. A leitura é de fora, como a de um visitante.
Não entra em área logada nem em página que exija cadastro.
Não dispara mensagem para os contatos que encontrar na sua página.
Ele se identifica, e você pode barrar
Nosso leitor se apresenta nos registros do seu servidor como SinalBot, com o endereço de uma página que explica quem somos e o que lemos. Ele respeita o robots.txt: se o seu site pedir para não ser lido, a gente não lê e diz na tela que não leu, em vez de fingir que não achou nada.
Essa distinção é a regra mais importante do produto: não conseguir ver não é a mesma coisa que não existir. Quando a leitura falha, o relatório diz que falhou e por quê.
O que fica guardado
O endereço analisado e o resultado da análise, para você poder comparar o antes e o depois. Se você deixar contato ou assinar, o que você escreveu. Nada disso é vendido nem repassado. A política de privacidade lista item por item, inclusive por quanto tempo cada coisa fica e como pedir para apagar.
Como conferir em vez de acreditar
Todo problema apontado vem com a medição do lado — o número que a gente viu, não um selo de "ruim". Se o relatório disser que a sua página demora 4,2 segundos, você pode medir no PageSpeed Insights do Google e comparar. É de propósito: uma ferramenta que vende medição honesta precisa ser conferível, senão é só opinião com gráfico.
Quer saber o que está errado no seu site?
Cole o endereço e veja em segundos quantos problemas existem e quanto eles custam por mês. O primeiro vem liberado, com o conserto pronto.